Segunda-feira à noite, primeiro dia útil pós-Carnaval, espaço lotado e lá chegou Alcione. Entrou pela porta da frente, cumprimentou o público, encarou o vaivém dos garçons e foi direto para o palco. Marrom cantou no Barril 8000, na Barra, e já no comecinho brindou os 444 anos do Rio de Janeiro.
Nada demais? Talvez. Surpreende a simplicidade da consagrada cantora. Não é todo mundo que encara um lugar assim, onde parte do público come, outra parte bebe, outra parte canta, outra parte dança. Foi uma hora e meia de músicas como: Meu Ébano, Loba, Rio, Sufoco, Maria da Penha e algumas ainda desconhecidas do grande público.
A cantora interagiu com as pessoas falando da Mangueira; contando que no Maranhão depois da Lei Maria da Penha "as mulheres tão cascando o pau nos homens"; avisando sobre o novo CD que começa a gravar neste mês; apresentando os músicos da banda e dando uma brecha para os 'afilhados' Xande (Revelação) e Anderson (Molejo) venderem seu peixe.
No final, a correria: a Marrom tinha outro show! A agenda está lotada na semana. Na próxima segunda, retorna ao Barril 8000.
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